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O que é o exame de eletrocardiograma

Para que serve esse teste (também chamado de ECG ou eletro) que mede a atividade elétrica do coração e quando você deve fazê-lo

O eletrocardiograma (ECG) é feito com um aparelhinho ligado a eletrodos que avalia o ritmo dos batimentos cardíacos em repouso. É um exame bem simples, usado rotineiramente tanto na triagem dos prontos-socorros quanto em checkups preventivos solicitados pelo cardiologista.

Para que serve

O objetivo é ver se há alguma falha na condução elétrica pelo coração. Ou seja, se existem bloqueios ou partes do músculo que não estão se movendo como deveriam, o que pode sinalizar problemas cardíacos.

O eletro é muito utilizado para flagrar arritmias e taquicardias ou bradicardias, quando o peito bate rápido ou devagar demais, respectivamente. Mas é um teste inicial. Ou seja, ele aponta possíveis suspeitas, que devem ser confirmadas com outros exames.

Como é feito

O indivíduo deita em uma maca e o médico espalha eletrodos para averiguar os impulsos elétricos de áreas diferentes do coração. A oscilação captada é conduzida ao eletrocardiógrafo, aparelho que durante cerca de cinco minutos registra a informação em gráficos impressos numa bobina de papel.

Para não comprometer a leitura, a pele deve estar limpa e livre de roupas. Já os eletrodos devem ficar bem fixados — por isso que, às vezes, a retirada deles pode doer um pouquinho.

Os resultados

O cardiologista interpreta as ondas do gráfico, identificando marcadores como cadência e frequência do coração. O ritmo considerado normal é entre 60 e 100 batimentos por minutos, mas há outros parâmetros contemplados pelo eletrocardiograma, como o tamanho e a duração das ondas em cada segmento.

Periodicidade

O exame pode ser solicitado tanto pontualmente, quando alguém dá entrada num serviço de emergência ou há suspeitas de doenças cardíacas, quanto como medida preventiva nos checkups anuais, em geral receitados por volta dos 40 anos.

Cuidados e contraindicações

Como é supersimples e nada invasivo, todos podem realizar esse exame. O eletrocardiograma também não precisa de um preparo prévio — nada de jejum ou algo do tipo.

Fonte: https://saude.abril.com.br

Por que amêndoas ajudam no controle do colesterol

Colocar um punhado dessas oleaginosas na rotina faz um bem danado às artérias

Não é de hoje que os cientistas sabem que incluir amêndoas no dia a dia ajuda a diminuir os níveis do colesterol LDL, considerado fator de risco para doenças cardíacas. Contudo, pouco se conhece sobre o efeito dessa oleaginosa no HDL, o colesterol visto como benéfico. Pois a pesquisadora Penny Kris-Etherton, da Universidade Penn State, nos Estados Unidos, decidiu tirar o atraso nessa área.

Ela conduziu um estudo com a intenção de observar se amêndoas poderiam não só aumentar como melhorar a função do HDL, que atua basicamente removendo a gordura das artérias e transportando-a pelo corpo, com o objetivo de eliminá-lo. “O HDL é muito pequeno quando liberado na circulação. Mas, como um saco de lixo, vai ficando maior e mais esférico à medida que tira colesterol das células e tecidos”, contou Kris-Etherton, em comunicado ao site da universidade.

Dependendo de quanto colesterol ele consegue coletar, o HDL é categorizado em cinco subtipos. E os cientistas esperavam que a ingestão de amêndoas resultasse nas partículas maiores, o que significaria mais eficiência na hora de executar a tal da limpeza nos vasos.

Para confirmar esse dado, eles recrutaram 48 homens e mulheres com colesterol LDL elevado. Durante seis semanas, esse pessoal recebeu dietas idênticas, incluindo um lanchinho diário representado por 43 gramas de amêndoas – o equivalente a uma mão cheia do alimento. Depois desse período, o snack mudou. Por mais seis semanas eles continuaram a dieta, mas passaram a ganhar um muffin de banana no intervalo das refeições.

Ao comparar os dois momentos, os cientistas perceberam que, em relação à dieta com muffin, a inclusão da amêndoa aumentou em 19% os níveis daquele HDL maior e mais maduro. Além disso, a presença da oleaginosa melhorou em 6,4% a atuação dessa partícula.

A pesquisadora Kris-Etherton afirmou que, embora as amêndoas não eliminem o risco de doença cardíaca, podem ser escolhas espertas para um lanche. Até porque esse alimento oferta uma boa dose de gorduras boas, vitamina E e fibras.

“As amêndoas não são a cura para tudo, mas, quando consumidas em moderação e no lugar de itens com baixo valor nutricional, são ótimos complementos para uma dieta equilibrada”, disse. Segundo ela, dá para esperar muitos benefícios com essa medida – e não só para o coração.

Fonte: www.saude.abril.com.br